quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Saudade é dor ardente
Que mata aos poucos a gente
É a ausência, é melancolia
Do que foi presente um dia

É riso, é choro, é agonia
É a mente em sintonia
Com o "que/quem", marcou nossa vida
E agora não traz alegria.

Saudade é o desejo
Vontade de ver denovo
De outra vez dar um beijo
Um abraço e gritar ao povo
A dor que está sentindo
O lamento e pedir "socorro!"

Saudade é o que resta
De tudo que havia ou não
Saudade é dor latente
Na alma e no coração!


Não, não preciso!

Não preciso de falta de amor,
Não, não preciso de discórdia e dor...
Não preciso de inveja e rancor.

Não, não preciso!

Não preciso de falta de tempo,
Não, não preciso de choro e lamento...
Não, preciso de nenhum tormento.

Não, não preciso!

Não preciso de falta de apego,
Não, não preciso ser sábio ou leigo...
Não preciso revelar seu segredo.

Não, não preciso!

Não preciso de riqueza e brilho,
Não, não preciso de nada no trilho...
Não preciso mais que amor de "filho"!